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About: Não devo dizer tudo aquilo que posso; não posso dizer tudo aquilo que devo.

«os homens são essencialmente iguais, não obstante serem iguais a certos outros homens e diferentes de todos os outros homens. Postulado paradoxal mas é a realidade»

«a cultura como generosidade do ser que se expande e comunica, do homem que se interroga e procura»
“A solidão não é estar só, é ser uma ausência de nós em nós mesmos. Aflitiva, ruminante e devastadora. A do artista é mais magoada ainda, porque em si vivem outras múltiplas pessoas. As que escrevem, as que pintam, as que esculpem, as que cantam. Gente inquieta quando se revela. Se a olharmos, veremos nela os indícios de uma loucura estranha, profunda, subtilmente lúcida.” —Eduardo White
A literatura africana (de língua portuguesa) tem recebido uma atenção considerável na agenda da FLUL em 2013/2014. A encenação de A Geração da Utopia, obra-prima de Pepetela, dará o mote para a realização de uma mesa redonda relativa à Casa dos Estudantes do Império. 5 de Maio, às 12 horas.

A literatura africana (de língua portuguesa) tem recebido uma atenção considerável na agenda da FLUL em 2013/2014. A encenação de A Geração da Utopia, obra-prima de Pepetela, dará o mote para a realização de uma mesa redonda relativa à Casa dos Estudantes do Império. 5 de Maio, às 12 horas.

Check out this mix on @8tracks: Never Seen Such Good Things by concordemosemdiscordar.

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“Imaginar é o princípio da criação. Nós imaginamos o que desejamos, queremos o que imaginamos e, finalmente, criamos aquilo que queremos.” —George Bernard Shaw
50 reproduções

Nástio Mosquito - Tecnologia do Ancião

Diz ele: a identidade só é importante até à definição de contexto, depois disso estabelecido só atrapalha. É como chegar ao pé de ti e a minha primeira pergunta ser como te chamas, de onde és ou o que fazes. Mas se chegar ao pé de ti e perguntar qual é a tua ideia, qual é a tua perspectiva sobre isto ou aquilo, aí estou-me a ligar à tua motivação. Isso é que é relevante: O que pensas? O que te preocupa? Para mim a verdadeira comunicação tem a ver com isso: chegarmos a um ponto crucial e dizermos o que nos importa. Porque se formos reais aquilo que nos liga são as nossas motivações, as nossas ideias, como vemos as coisas, e a utilidade que temos uns para os outros para as alcançarmos.

Sam Herring, vocalista dos Future Islands

Fotografias por Sarah Reingewirtz

“Já me aconteceu imaginar a vida acrobática e centrífuga de um poliglota. Suponho o seu dia a dia animado por um ininterrupto movimento de deslocações, transmutações, permutas e exaltantes caçadas de equivalências, sob o signo da afinidade. Vive das significações suspensas, da fascinação dos sons que convergem e divergem — e há nele, decerto, um desespero surdo, pois que na desunião dos idiomas busca a unidade improvável. Multiplicando as operações de propiciação da unidade, ele caminha irradiantemente para a dispersão. Descentraliza-se. Existe em estado de Babel. O seu pensamento, partindo do hebraico, dá um salto quase místico no latim e cai de cabeça para baixo no grego antigo. É um aventureiro completamente perdido, o meu poliglota cheio de malícias linguísticas. Faz disparates destes: verte de nauatle para esquimó, emocionando-se em banto e pensando em chinês, um texto que o interessou por qualquer ressonância árabe. Também pega na palavra «cravo» e tradu-la para quinze línguas. O cravo é cada vez menos cravo. É uma colorida e abstracta proliferação sonora. Então, ele junta ao cravo aramaico o adjectivo turco «branco». Encontra-se, neste momento, em plena vertigem paranóica-idiomática. É um perfeito irrealista — e eu amo-o, à distância.” —Herberto Helder
Ilustração de Cláudia Guerreiro
Clarão será seguramente um título simbólico: dia 30 lá estaremos para confirmar.

Ilustração de Cláudia Guerreiro

Clarão será seguramente um título simbólico: dia 30 lá estaremos para confirmar.

bookmania:

La Infinito, café-libros-arte, Madrid. La Infinito is a bookshop café serving ‘long moments and nice chats’, afternoon readings, and wifi sessions, without making its customers worry that the waiter would remove the glasses from the table by the time they finish eating. Open from dawn to midnight, La Infinito serves breakfast with their completely original menu, in which all options are named after artists (e.g. name of juices are poets, musicians are shakes). La Infinito is also a space open to all kinds of cultural events. There are two shelves loaded with books and essays about poetry and theater, copies of literary works which are available for selling and sharing, and a small stage available to artists who want to present interesting projects like poetry readings. There’s surely not a place for literature like La Infinito. (Photo by James Madden)

bookmania:

La Infinito, café-libros-arte, Madrid. La Infinito is a bookshop café serving ‘long moments and nice chats’, afternoon readings, and wifi sessions, without making its customers worry that the waiter would remove the glasses from the table by the time they finish eating. Open from dawn to midnight, La Infinito serves breakfast with their completely original menu, in which all options are named after artists (e.g. name of juices are poets, musicians are shakes). La Infinito is also a space open to all kinds of cultural events. There are two shelves loaded with books and essays about poetry and theater, copies of literary works which are available for selling and sharing, and a small stage available to artists who want to present interesting projects like poetry readings. There’s surely not a place for literature like La Infinito. (Photo by James Madden)

(via sadwordsfordirtylovers)

32 reproduções

Bruno Pernadas - Huzoor

A pergunta que dá título ao disco - How Can We Be Joyful In A World Full of Knowledge? - é realmente pertinente. Mais pertinentes e certeiras só as canções que o integram.

"Spin Madly On" theme by Margarette Bacani. Powered by Tumblr.